Oratório em casa: Entenda a importância de um local para oração

Ter um oratório em casa é ter um espaço para a adoração a Deus. É proclamar o Seu senhorio em nosso lar, em nossa família, em nossa vida. Antigamente, segundo relatos do Antigo Testamento, o povo de Deus costumava erguer templos para honrá-Lo. Já, nos dias atuais, as nossas próprias casas são templos onde Deus habita. A tradição de se ter um oratório em casa surgiu na Idade Média, quando os religiosos carregavam consigo objetos sagrados para onde faziam suas pregações. Ao chegar no local, o religioso dispunha os objetos como em um pequeno altar para tornar o ambiente mais propício à oração. As pessoas que participavam desses momentos de pregação e oração, passaram a reproduzir esses pequenos altares em suas casas para expor imagens de santos de sua devoção. No Brasil essa prática devocional começou já no período colonial. No entanto, ao longo dos anos a tradição passou a ser parte de famílias que viviam mais distantes dos centros urbanos e longe das igrejas. Atualmente, tornou-se indispensável que cada família cristã reserve em seu lar um ambiente para o encontro com o Senhor. Ter um oratório em casa é acima de tudo, testemunhar a fé e a confiança na Misericórdia Divina. Por que ter um oratório em casa? Reunir a família diante de um oratório cria um ambiente de paz e serenidade dentro do lar. Torna a casa um ambiente sagrado, além disso motiva a prática da oração, inspira a fé e a devoção. Se a oração nos aproxima de Deus, logo, praticá-la diariamente nos faz crescer na intimidade com Ele. A Igreja incentiva a tradição de se ter em casa um oratório. No Catecismo encontramos a seguinte indicação: “para a oração pessoal, pode servir um ‘recanto de oração’, com a Sagrada Escritura e imagens sagradas, para aí estar ‘no segredo’ diante do Pai. Numa família cristã, essa espécie de pequeno oratório favorece a oração em comum” (CIC 2691). Ou seja, ter um oratório em casa nos ajuda a cumprir a orientação de Jesus que pediu: “Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, te recompensará” (Mt 6,6). Portanto, ter um espaço dedicado à oração nos ajuda a nos mantermos perseverantes na oração em qualquer circunstância da vida. Conheça 9 características da arquitetura sacra moderna A educação dos filhos na fé Um lar cristão deve ser uma igreja doméstica! O Catecismo nos ensina que “o lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. É por isso que a casa de uma família se chama, com razão, «Igreja doméstica», comunidade de graça e de oração, escola de virtudes humanas e de caridade cristã” (CIC 1666). Sabemos que os diversos compromissos e a correria do dia a dia acabam dificultando o dever dos pais de educar os filhos na fé. Tendo consciência disso, o Papa Francisco incentiva os pais a não desistirem de transmitir a fé aos seus filhos, ainda que sejam muito atarefados. “Apesar disso, a família deve continuar a ser lugar onde se ensina a perceber as razões e a beleza da fé, a rezar e a servir o próximo” (Amoris Laetitia, 287). O Papa Francisco ensina que “a transmissão da fé pressupõe que os pais vivam a experiência real de confiar em Deus, de O procurar, de precisar d’Ele. (…) É fundamental que os filhos vejam de maneira concreta que, para os seus pais, a oração é realmente importante” (Amoris Laetitia, 287 e 288). As famílias cristãs precisam redescobrir a força evangelizadora e transformadora que a oração em família possui. Neste sentido, ter um oratório em casa é de grande ajuda para que os pais se tornem evangelizadores de forma espontânea. Uma família edificada na oração sempre será lugar de acolhida, de compaixão, de empatia. “Todos deveríamos poder dizer, a partir da vivência nas nossas famílias: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1Jo 4,16)” (Amoris Laetitia, 290). Como arrumar seu oratório A prática da oração em família facilita a transmissão da fé. Mas, para isso, é preciso ter todo cuidado para que a oração aconteça num ambiente que expresse a confiança no Senhor. O oratório deve, de fato, expressar a fé cristã, tendo imagens de santos da devoção da família, um crucifixo, imagem da Virgem Maria, o terço, vela benta e a Bíblia Sagrada. Você pode ter também livros de orações que podem ser utilizados nestes momentos em família. Escolha um local tranquilo da sua casa para ter o oratório. Se possível, decore-o com flores. A tradição de ofertar flores vem desde a Idade Média. Os cristãos adotaram essa prática em honra à Nossa Senhora como sinal de amor e respeito. Ter um oratório em casa vai muito além de um espaço de oração. É algo que pode transformar não apenas o ambiente, mas também as pessoas. Por isso, não se esqueça de ensinar seus filhos a ter respeito por este espaço como um lugar sagrado. Conheça o oratório que a Móveis Cardeal desenvolveu para você ter em sua casa!
Dicas práticas para organizar a sacristia
A sacristia é um dos lugares símbolos do serviço e da animação litúrgica. Afinal, é onde a equipe litúrgica e o sacerdote se preparam para as celebrações e buscam um clima de oração para se preparar para a Missa. É também onde são organizados e conservados os paramentos e objetos litúrgicos. Por isso, organizar a sacristia é essencial para manter a sacralidade deste espaço. Quer aprender como organizá-la de forma prática e piedosa? Então, veja essas dicas! 1. Menos é mais: o uso de menos móveis, e mais armários funcionais O espaço da sacristia precisa ser pensado e planejado para que tenha a capacidade de armazenar tudo o que é necessário. Contudo, cuidado para não tornar esse espaço conflitante: compro um pequeno móvel hoje, se não couber tudo compro mais umas gavetinhas amanhã, e assim por diante. Não faça isso! Além de manter uma aparência de desorganização, deixa o ambiente sem harmonia. Por isso, na hora de pensar em armazenamento procure por armários funcionais, pensados exatamente para a sacristia. Afinal, estes armários podem acomodar perfeitamente todos os objetos e vestes litúrgicas, mantendo a serenidade do ambiente. 2. Organizar a sacristia, secretaria e sala do som – não misture ambientes Para manter uma sacristia organizada é necessário que este espaço seja único e destinado ao que é. Portanto, jamais mantenha na sacristia um cantinho para a sala de som, para depósito de documentos ou de outros objetos que não sejam os litúrgicos. Isso atrapalha a circulação e pode gerar desorganização . 3. Conserve um oratório para o padroeiro ou a Virgem Maria É um costume de boa parte das comunidades, que a equipe litúrgica, junto com o padre, realizem uma oração antes de iniciar a santa Missa, bem como um agradecimento quando a celebração termina. Para isso, é importante que se tenha um oratório com uma imagem da Virgem Maria ou do padroeiro da paróquia. Desse modo, se lembre a equipe litúrgica que o local é um ambiente devocional que merece respeito. 4. Ao organizar a sacristia coloque quadros com as fotos do bispo e do papa Ter as fotos do papa e do bispo na sacristia demonstra nosso respeito por eles. Além disso, recorda à equipe litúrgica que devemos estar em comunhão com toda a igreja. 5. Tenha lavabo e sanitário disponíveis para equipe litúrgica É importante ter um banheiro ou lavabo por pertopara que a equipe de liturgia possa fazer uso sem precisar sair de dentro da igreja. 6. Cuide para evitar mofos em móveis e paramentos Mantenha um cronograma de abertura das janelas e portas da sacristia para manter o ambiente ventilado e evitar maus odores. Sendo assim, abra todas as portas e gavetas dos armários para evitar umidade e por consequência o mofo. 7. Evite o cupim com móveis de qualidade Ao adquirir um móvel para a sua sacristia, cuide para utilizar madeiras de qualidade a fim de que não haja risco de cupim ou deterioração. Além disso, outro detalhe importante é verificar se a madeira utilizada é certificada pelo IBAMA, o que garante a legalidade de sua procedência. A palavra sacristia significa “O Pequeno Sagrado”. Por isso, todo cuidado e atenção são necessários para organizar a sacristia e preservar esse espaço. Não permita que o cotidiano e a pressa usurpem o seu valor sagrado. Portanto, coloque em prática essas dicas e você verá como é fácil preservar sua sacralidade. Conheça aqui nossa linha de armários para a sacristia.
9 Características da arquitetura sacra moderna
Uma caminhada mais atenta pelas ruas das cidades pode constatar facilmente a evolução da arquitetura. Essa evolução é perceptível também na arquitetura das Igrejas. Estamos falando da arquitetura sacra moderna. Antigamente, as obras arquitetônicas tinham como destaque igrejas com um estilo mais rebuscado e cheias de ornamentos, do chão ao teto. Atualmente encontramos igrejas com estruturas mais leves, com formatos diferenciados, num estilo mais simples. As transformações nos espaços sagrados são muitas, porém a arquitetura sacra moderna não usurpou dos espaços sagrados sua função: ser “morada física que é construída para os ‘templos vivos de Deus’”, como sugere Dom Marcelo Molinero, autor da obra O espaço celebrativo como ícone da eclesiologia. Contudo, em meio às evoluções arquitetônicas que avançam ao longo da história, é preciso cuidar para não construir espaços minimalistas e ideológicos. A Arquitetura sacra moderna deve resguardar a identidade cristã e o espaço litúrgico como morada de Deus. Afinal, a Igreja “entendida como o Povo de Deus, é redescoberta como um mistério de fé e como comunhão histórica dos fiéis”. Além disso, um templo cristão “é a forma histórica e social da vontade de Deus de trazer a criação para o seu fim em Deus”, ressalta o bispo. Veja 9 características que mesclam o conceito religioso de sacralidade dos espaços com a arquitetura moderna. 1. União entre tradição e modernidade A arquitetura sacra moderna na construção dos templos religiosos deve “oferecer uma forma sensível ao conjunto de ritos, sinais e símbolos sacramentais, de modo que neles aconteça uma real experiência do mistério: a do encontro com Deus e a da comunhão entre os irmãos” (O espaço celebrativo como ícone da eclesiologia). É preciso estar atento para não se perder seu conteúdo essencial. “O esforço que a reforma litúrgica pede aos arquitetos, liturgistas e pastores é o de construir igrejas que sejam verdadeiros sinais do sacramento e não mais monumentos genéricos” (O espaço celebrativo como ícone da eclesiologia). A Basílica de Aparecida é uma representação da união entre tradição e modernidade. 2. Atenção maior à acomodação dos fiéis A participação dos fiéis possui valor e estima, afinal a igreja é formada por eles. Por isso, dentro da arquitetura sacra moderna se faz necessário promover uma melhor acomodação dos fiéis, com bancos confortáveis e dispostos de maneira que todos possam contemplar o altar. Os lugares devem promover a participação plena e ativa dos fiéis. “Deve-se dispor com todo o cuidado o lugar dos fiéis, para que possam participar ativamente das ações sagradas com o olhar e o espírito” (O espaço celebrativo como ícone da eclesiologia). Nesse sentido, deve-se prestar também maior atenção à acústica do ambiente, para que todos consigam compreender a Palavra de Deus com o mínimo de interferência possível. 3. Uma assembleia hierarquicamente organizada “A Igreja é essencialmente uma comunhão de fé, esperança e caridade unificada pelo Espírito de Deus” (O espaço celebrativo como ícone da eclesiologia). Por isso, a arquitetura sacra moderna deve ter como fator fundamental a apresentação de uma assembleia hierarquicamente organizada. Sendo assim, deve optar-se por uma planta que evidencie o altar, devido à sua função e significado. 4. Materiais produzidos em larga escala: aço, vidro e concreto As origens da arquitetura moderna remetem à Revolução Industrial (1740 a 1840). Ela surgiu no século 20 como um contraponto às construções feitas até então. A partir da revolução, materiais produzidos em larga escala foram incorporados à arquitetura, como o aço, o vidro e o concreto. Isso possibilitou a construção de templos religiosos com estruturas mais leves, formas diferenciadas e que davam espaço à simplicidade. 5. Simplicidade e integração de ambientes Um dos elementos mais marcantes da arquitetura sacra moderna é a simplicidade. Os ornamentos decorativos que costumavam ocupar as paredes e tetos das igrejas dos séculos passados deixaram de ser utilizados. Hoje encontramos igrejas com uma estética mais limpa. Outra característica que se destaca é a integração de ambientes, permitindo uma convivência maior entre as pessoas. Colunas substituem paredes, interligando os diferentes espaços. 6. Valorização da iluminação natural Ambientes bem iluminados, sobretudo a partir da luz natural, é outra marca da arquitetura sacra moderna. Um espaço bem iluminado valoriza o ambiente. Se antigamente tínhamos igrejas escuras com pequenas janelas, hoje encontramos templos com janelas do teto ao chão ou até mesmo paredes inteiras de vidro. 7. Uso do concreto armado dando formas diferenciadas na estrutura Outra importante característica da arquitetura sacra moderna é o uso do concreto armado. O concreto armado é uma estrutura que utiliza armações feitas de barras de aço. Dessa maneira, ela pode ser moldada de diferentes maneiras e formatos, o que amplia as opções do projeto arquitetônico. Uma igreja que exemplifica muito bem é a Catedral de Brasília. 8. Ambientes funcionais e práticos A funcionalidade é também uma marca importante da arquitetura moderna, com traços e estruturas mais práticas e funcionais. Tudo o que não agrega função é descartado. Uma frase do arquiteto modernista alemão Mies van der Rohe explica esse conceito: “menos é mais”. 9. Integração e a convivência entre as pessoas Propor a integração e a convivência entre as pessoas é outro aspecto que ganha ênfase nas plantas de construções arquitetônicas modernas. Por isso as plantas são mais livres, com espaços mais abertos, preferindo colunas às paredes. Essa característica também contribui para melhor iluminação e ventilação dos espaços.
Tudo que você precisa saber sobre a legislação para construção de igrejas
Ao pensar na construção de uma igreja, muitos detalhes importantes devem ser levados em consideração. De modo que, a construção esteja alinhada com a legislação para construção de igrejas. Afinal, estamos falando sobre a edificação de um lugar Sagrado. Local, no qual, as pessoas viverão experiências com o próprio Deus. Ainda assim, a Igreja precisa estar alinhada às diretrizes e leis da sociedade civil. Com isso, ter claro quais são as orientações e legislações para a construção de igrejas é um fator fundamental. Portanto, é preciso compreender, de maneira clara, os aspectos, tanto espirituais, quanto que se referem às diretrizes e leis da sociedade civil. Pensando nisso, preparamos este conteúdo com o que você precisa saber para construir com segurança. Acompanhe! Construir o templo físico de uma comunidade espiritual Antes do cristianismo, em Jerusalém existia o Templo de Salomão, que era lugar de encontro com Deus na oração. Esse templo abrigava a Arca da Aliança, sinal da presença de Deus em meio ao povo. Na Arca, continha as Tábuas da Lei, o maná e a vara de Arão – peças que recordam a condução de Deus na história de Seu povo. Mais de 2 milênios se passaram, e os templos que possuímos hoje têm o mesmo significado, ou seja, são locais de encontro e comunhão com Deus. Contudo, com a encarnação de Cristo, Ele mesmo torna-se o Templo vivo do Pai. O próprio Cristo edifica a sua Igreja, feita de “pedras vivas”, que somos nós. Os cristãos precisam ter consciência de que, mais do que o espaço físico, eles mesmos são a Igreja, o templo vivo e que quando se reúnem há também a presença do Espírito Santo que os conduz, orienta e os fortalece enquanto comunidade física. Com isso, se você está pensando em construir uma Igreja e deseja saber como iniciar esse processo, esse conteúdo é ideal. Além de pesquisar sobre a legislação para construção de igrejas você poderá encontrar fundamentos na Palavra. Confira! Principais diretrizes da legislação para construção de igrejas No que diz respeito às leis e diretrizes da sociedade civil, as igrejas costumam seguir as orientações de cada estado. Desse modo, cumprirão com as recomendações necessárias para o local em que será edificado o templo religioso. Seguindo recomendações do Concílio Vaticano II, quando se trata da construção de uma igreja católica, forma – se uma Comissão de Arte Sacra que conta com o apoio de diversos profissionais (arquitetos, liturgistas, engenheiros, artistas plásticos etc.) com o intuito de ajudar aos párocos em tais construções. Esta comissão fica responsável por auxiliar as paróquias nas seguintes dimensões: Orientar, examinar e aprovar as edificações de novas igrejas; Instruir as reformas das igrejas existentes, centros e casas paroquiais; Nortear quanto à preservação, restauração e conservação dos Bens Culturais da Igreja, tombados pelos órgãos competentes a exemplo do IPHAN ou os de cada Estado da Federação. Além disso, as medidas de segurança também são importantes e para isso, a comissão fica responsável por providenciar documentos como: alvará de licença e laudo do corpo de bombeiros. Independente da denominação religiosa, é muito importante que os responsáveis pela construção e reforma de igrejas, consultem as orientações dispostas no código civil e estejam atentas às atualizações previstas em lei. Diversos profissionais devem ser consultados durante o processo de construção ou reforma de igrejas. Isso porque entre os projetos que devem ser executados encontram-se o: projeto estrutural (este deve ser feito pelo engenheiro civil), elétrico, hidráulico, lógico, paisagístico, direcionamento e aproveitamento de águas, tratamento de esgotos e o projeto de prevenção a incêndio, entre outros. De posse de todos esses projetos e avaliações, a comissão precisa apresentar os documentos para aprovação aos órgãos competentes, como por exemplo, a prefeitura local. Este conteúdo foi útil? Compartilhe com seus amigos
7 passos que você precisa para construção de uma igreja

Ao pensar na construção de uma igreja, deve-se levar em consideração alguns fatores importantes. Afinal, este espaço não se trata apenas de um local para reuniões e eventos sociais, mas, sim, de encontro com o Sagrado. Portanto, além de questões de segurança, estética e acústica do ambiente é necessário avaliar também a finalidade do templo e como ele pode favorecer a boa vivência do culto e o encontro dos fiéis com Deus. Para te auxiliar nesse processo, separamos 7 passos que você precisa dar antes de iniciar a construção de uma igreja. Confira! Reúna o conselho pastoral e econômico Antes de iniciar a construção de uma igreja é importante reunir o conselho pastoral e econômico para responder duas questões fundamentais: qual sua destinação e qual a capacidade desejada. Existem diversos tipos de denominações religiosas, com edificações distintas e utilizações diferentes. Para cada uma, há necessidades específicas que devem ser levadas em consideração na elaboração do projeto. Além disso, é necessário que este conselho esteja ciente e preparado quanto às leis civis que precisam ser respeitadas. Defina um planejamento estratégico que contemple todo o processo. Escola os profissionais necessários para cada projeto A partir das necessidades do novo templo, faça uma lista com todos os profissionais que serão necessários para a execução do projeto. Sejam eles, em nível estrutural, arquitetônico e de instalações, como hidráulico, elétrica, SPDA (Sistema de Proteção de Descargas atmosféricas), e combate à incêndio. Para facilitar a elaboração dessa lista, verifique a legislação civil da sua região, assim como, as normas técnicas e eclesiais. Não se esqueça de que o anúncio da Palavra e a experiência com Deus é a principal missão de uma Igreja. Portanto, é fundamental que este anúncio seja feito com excelência, não apenas espiritualmente, mas também no que tange sua parte estrutural. Algo que você não pode esquecer é de incluir um bom projeto acústico em seu planejamento, para que a mensagem do Evangelho seja bem compreendida pelos fiéis. Estabeleça uma prática espiritual de intercessão Não é possível pensar na construção de uma igreja, se esta não for construída primeiro através da oração. É o próprio Deus quem irá orientar e conduzir os envolvidos sobre como esta construção deve ser realizada. Portanto, reúna todos aqueles que estão envolvidos nesta construção ou que serão beneficiados por ela, para que possam interceder por todas as necessidades deste projeto que será fundamental para a edificação das almas. É também, por meio da fidelidade da oração, que as portas da Divina Providência se abrem. Desta forma enfrenta-se com maior segurança as dificuldades que se apresentam ao longo do caminho. Defina um plano orçamentário a partir dos projetos Uma vez estabelecidos os projetos necessários para a construção de uma igreja é necessário realizar também um plano orçamentário, para que se tenha bem definido quais serão os gastos envolvidos. Um profissional importante, nesse momento, é o engenheiro orçamentista. Ele possui a atribuição de precisar os valores e custos mais próximos do real que será gasto para execução do projeto. Após os projetos desenhados e compatibilizados, passa-se para a fase de orçamentos. Crie um calendário de eventos de arrecadação É importante também envolver a comunidade local com a construção deste novo espaço sagrado. Dessa forma, gera-se um sentimento de pertença maior nos fiéis. Para realizar essa motivação, defina um calendário de eventos para arrecadação de verbas. Promova atividades que proporcione aos beneficiados a graça de compreender as experiências que serão vividas a partir da construção deste espaço Sagrado. Lembre-os também de que estão colaborando não apenas com a construção de um espaço físico, mas de um local que os une ao Eterno. Elabore um projeto de marketing Para atrair investidores e alcançar a comunidade de maneira eficaz é necessário elaborar um bom projeto de marketing. Isso vai inseri-los na realidade do projeto e despertar neles a consciência de sua importância, além do desejo de se comprometer com a obra. Defina ações para cada fase da construção. Assim, aqueles que acompanham o andamento do projeto podem compreender o sentido de cada etapa. Estas dicas foram úteis? Compartilhe com os seus amigos!